Precisamos entender como se constrói uma sociedade!

José Roberto Negreiros

Minha foto
Natal, Rn, Brazil
Sociólogo formado pela UFRN, policial Militar formado em 2001 pela Academia de Polícia Militar Cel. Milton Freire de Andrade, Instrutor do PROERD - PROGRAMA EDUCACIONAL DE RESISTÊNCIA AO USO DE DROGRAS E A VIOLÊNCIA, com orgulho, especializações em "Direitos Humanos", "Violência, criminalidade e prevenção" e "Enfrentamento e combate a exploração sexual de crianças e adolescentes", "Polícia Comunitária" e "Concepção e aplicação do Estatuto da Criança e do Adolescente" pela Secretaria Nacional de Segurança Pública - SENASP/BRASÍLIA. Especialista pela PUC - GOIÁS em Intervenção Sóciopsicoeducativa na Área da Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes. Pai coruja, um ser inconformado com as injustiças e desigualdades sociais, gosta de desafios e acredita que ser Policial Militar é algo grandioso se você acreditar no social. Mudar vidas pela ação reflexão, dizendo não a qualquer forma de violência é algo que não se discute, se faz! Nunca desistir é meu lema! INDIQUE A LEITURA DESTE BLOG, DEIXE SEU COMENTÁRIO!

Uma parceria para vida toda!

Uma parceria para vida toda!
União de grandes frutos!

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Dados importantes e que nos mostram uma realidade que é nossa!

A JUVENTUDE, A VIOLÊNCIA E OS TRÁGICOS NÚMEROS DA MORTE.

Por Renato Vargens

A violência causa no mundo cerca de 1,6 milhões de mortes entre os
jovens por ano, quase metade delas por suicídios. Os dados, divulgados
no primeiro informe da Organização Mundial de Saúde (OMS), levam em
conta todas as formas de violência: violência juvenil, abusos sexuais
contra jovens, violência sexual em geral e todas as formas de
violência contra si mesmo. Segundo o estudo, mais de um terço dos
adolescentes tiveram sua primeira relação sexual sob pressão. A cada
dia, no mundo, 1.424 pessoas morrem assassinadas e 77% dessas vítimas
são homens com idade entre 15 e 29 anos. O índice de homicídios de
jovens aumenta em todas as partes do mundo, principalmente entre as
pessoas com idade entre 10 e 24 anos. Nos Estados Unidos, calcula-se
que 57 mil crianças tenham sido mortas como vítimas de abusos. Milhões
de crianças são espancadas e, em muitos casos, sofrem abusos sexuais.


Segundo a ONU, o Brasil é o país que mais mata com arma de fogo no
mundo. Em 1998, cerca de 50 mil pessoas foram mortas no país, sendo
que cerca de 45 mil vítimas de arma de fogo.

A chance de um brasileiro morrer por arma de fogo é 3 a 4 vezes
maior do que a média mundial; Nos últimos vinte anos o número de
brasileiros assassinados aumentou 237%; Em 1983, na cidade do Rio de
Janeiro, 35% das mortes de jovens do sexo masculino entre 15 a 19
anos, foram causadas por arma de fogo. Em 2001, esse número subiu para
65%, representando um crescimento de 85,8%; Em 1998, 6.876 jovens,
entre 10 e 19 anos, foram assassinados no Brasil. Apenas no Rio e
Janeiro, oito pessoas entre 15 e 24 anos perdem a vida todos os dias,
vítimas de armas de fogo. Nesta faixa etária, a chance de uma pessoa
ser morta com arma de fogo é 4,5 vezes maior do que o restante da
população.
O que estamos fazendo para mudar esse quadro?
Avante!

Agora é com você!

Tudo na vida exige de nós iniciativa. Na sociedade (MUNDO) em que vivemos as pessoas estão cada vez mais individualistas, e diante dos problemas sociais que pertencem a todos, preferem adotar a filosofia do "menor esforço", residindo aqui um enorme perigo, pois a Sociedade se torna refém de si mesma e cria seus fantasmas, "zumbis sociais", seres que seguem no fluxo dos acontecimentos e deles fazem pouco caso. Devemos compreender que a Sociedade se constrói e se faz do individual para o coletivo e do coletivo para o individual, para tanto exige de cada indivíduo, de cada ser social, posturas que impactem a todos, pois só assim conseguiremos alterar o "status quo" da Sociedade.
A mudança que se espera e necessita vem de cada um de nós, os problemas estão por todos os lugares, as soluções estão em nossas mãos. Que este espaço venha para contribuir no seu desenvolvimento intelectual, crítico e social. Precisamos ser enérgicos para mudarmos um pouco o rumos das questões sociais, dos problemas. É disso que estamos necessitando hoje, de iniciativa, pois assim teremos como contribuir de alguma forma para uma real mudança social.


Um abração nunca esqueça que todos nós somos responsáveis por escrever a história de nossas vidas e da sociedade em que vivemos.