Precisamos entender como se constrói uma sociedade!

José Roberto Negreiros

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Natal, Rn, Brazil
Sociólogo formado pela UFRN, policial Militar formado em 2001 pela Academia de Polícia Militar Cel. Milton Freire de Andrade, Instrutor do PROERD - PROGRAMA EDUCACIONAL DE RESISTÊNCIA AO USO DE DROGRAS E A VIOLÊNCIA, com orgulho, especializações em "Direitos Humanos", "Violência, criminalidade e prevenção" e "Enfrentamento e combate a exploração sexual de crianças e adolescentes", "Polícia Comunitária" e "Concepção e aplicação do Estatuto da Criança e do Adolescente" pela Secretaria Nacional de Segurança Pública - SENASP/BRASÍLIA. Especialista pela PUC - GOIÁS em Intervenção Sóciopsicoeducativa na Área da Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes. Pai coruja, um ser inconformado com as injustiças e desigualdades sociais, gosta de desafios e acredita que ser Policial Militar é algo grandioso se você acreditar no social. Mudar vidas pela ação reflexão, dizendo não a qualquer forma de violência é algo que não se discute, se faz! Nunca desistir é meu lema! INDIQUE A LEITURA DESTE BLOG, DEIXE SEU COMENTÁRIO!

Uma parceria para vida toda!

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União de grandes frutos!

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

INFORMAÇÕES SOBRE BULLYING NAS ESCOLAS

Trago informações importantes sobre o Bullying nas escolas.
 
Postadas na Tribuna do Norte

Link: http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/bullying-escolas-tentam-combater-casos/163510

Bullying: Escolas tentam combater casos

Publicação: 27 de Outubro de 2010 às 00:00

Wagner Lopes - repórter

O jovem recebe um apelido e deixa de ir às aulas, por vergonha. A garota é criticada constantemente pelas colegas nas comunidades da Internet e perde qualquer interesse em fazer novos amigos. O menino é agredido diariamente por outros mais fortes e reage com violência contra os professores e os pais... As atitudes que caracterizam o chamado bullying são variadas e o reflexo nas vítimas os mais diversos, tanto que o assunto vem ganhando espaço nas escolas e se tornou preocupação constante dos educadores.

A diretora do Atheneu Norte-Riograndense, Marcelle de Lucena, entende que é necessário um trabalho cada vez mais intenso de conscientização dos alunos e até mesmo das famílias. "É um problema que se agrava a cada dia", lamenta, lembrando que os casos não se limitam às escolas: "Há situações que surgem em casa, hoje até nas universidades. Nem tudo aparece somente em sala de aula, por isso é fundamental termos os pais a nosso lado. Mas, infelizmente é uma minoria que se interessa pelo assunto."

Também professora, ela crítica a falta de apoio do governo do estado e afirma que a maior parte do que aprendeu a respeito do assunto foi através de cursos em outras escolas e de leituras, geralmente por conta própria. "Não há um trabalho sistematizado da Secretaria Estadual de Educação e isso faz falta. Agora os próprios professores, sobretudo os de Língua Portuguesa, acabam se atualizando com a leitura de revistas e jornais e levam isso para a sala de aula", destaca.

Em sala, os docentes trabalham textos que tratam do respeito às diferenças e tentam identificar os casos de bullying, tarefa nem sempre fácil. "O próprio aluno se fecha e muitas vezes não quer falar sobre o assunto. Um caso que tivemos o estudante não estava vindo mais à escola e chegamos a pensar que fosse um problema na casa dele, quando na verdade era por conta do bullying", relembra. Nas situações mais graves, os pais são chamados, inclusive os dos agressores, e busca-se uma forma de acabar com as agressões.

Porém, nem sempre é viável a intervenção direta junto ao "jovem-vítima", pela própria dificuldade de o aluno admitir a violência física ou moral que vem sofrendo, e nesses casos o trabalho é feito de forma grupal. "Trabalha-se com a turma como um todo, até para não espantar, ou expor a vítima. Por isso mesmo só em último caso chamamos o aluno e a família para tratar do assunto", explica Marcelle Lucena.

Além de se fecharem ao mundo, muitos estudantes vítimas de bullying terminam por responder de forma agressiva aos ataques. "Mas os mais calmos geralmente se isolam ainda mais e muitos até têm crises de choro, devido às humilhações", aponta a diretora. Os casos são mais frequentes entre os alunos mais novos: "Temos apenas o Ensino Médio e no primeiro ano é comum, até mesmo pela falta de maturidade desses adolescentes", revela.

Prevenção é a melhor alternativa

Uma das características mais marcantes do bullying é a repetição das agressões. Por isso mesmo, identificar os problemas logo que surgem, é imprescindível para que simples brincadeiras não se transformem em atitudes mais graves.

A vice-diretora do Complexo Escola Doméstica/Henrique Castriciano, Cristine da Cunha Lima Rosado, lembra que o trabalho preventivo é fundamental. "Há muito tempo prevenimos esse tipo de atitude. Tem de combater de imediato e para isso é preciso um olhar sensível dos educadores e uma preocupação constante da escola."

Ela ressalta que o termo até pode ser atual, mas o problema existe desde sempre, em qualquer ambiente no qual haja reunião de pessoas, e a prevenção continua sendo a melhor forma de combate-lo. "Oferecemos do 2º ao 9º ano do Ensino Fundamental a disciplina de Ética e Convívio Social, que trata de respeito aos outros, das individualidades, das características pessoais. E, para mim, uma das riquezas de nossa escola é o convívio com a diversidade", considera.

Segundo Cristine Rosado, não é difícil caracterizar o bullying. "Primeiro se trata de um comportamento agressivo. Em segundo lugar é repetitivo e, por terceiro, há um desequilíbrio de poder, ou seja, geralmente parte de uma criança maior que a outra, mais velha, ou mais forte. E outra característica importante é que se trata de uma atitude intencional, ou seja, a criança faz aquilo para maltratar a outra", lista.

Para que simples problemas entre estudantes não se tornem casos de bullying, a vice-diretora afirma que uma das preocupações da escola é dar a devida atenção a qualquer caso de agressividade. "Não deixamos passar nenhuma situação agressiva. A intervenção tem de ser rápida, através de uma reflexão com os educadores e os psicólogos, que têm várias formas de tratar o assunto, seja fazendo o agressor pedir desculpas ao aluno agredido, ou mesmo com exercícios para que ele se ponha no lugar do outro. O básico é fazer que a criança reflita sobre o próprio ato", destaca.

Cristine defende que os professores e os pais não podem "achar natural" que a criança aja de forma agressiva.  "Hoje esse combate tem de começar na família. Infelizmente, muitas vezes o que a família tem feito é ser advogado dos filhos, ao invés de pais. Eles vão em defesa do filho, como se fosse certo o que ele fez. Atitudes agressivas têm de ser repelidas e a família é base para isso. Quando ocorrem as agressões, é comum aparecer o pai do que foi agredido, não a do que agrediu".

De acordo com a educadora, são raros os casos de bullying no ED/HC, mas nem por isso o tema fica fora das pautas de discussões. "Promovemos muitos momentos de debate sobre relacionamentos humanos", diz.

Prevenção

TRIBUNA VAI DISTRIBUIR CARTILHA

Amanhã, 28, o jornal TRIBUNA DO NORTE circulará com uma cartilha gratuita do Conselho Nacional de Justiça sobre o "Bullying", cujo tema é: "Combater o bullying é uma questão de justiça: aprenda a identificar para prevenir e erradicar esse terrível fenômeno social." O material faz parte do projeto Justiça nas Escolas e o texto, assinado pela  médica psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva (autora de Bullying: mentes perigosas nas escolas), traz informações sobre o que é o bullying, como se apresenta, quais os prejuízos às vítimas, as motivações, onde surge, como reconhecer os casos e a melhor forma de tratar o assunto.

Superproteção pode levar a exageros

Agressões repetidas, intencionais e partindo de crianças maiores ou mais fortes com o intuito de humilhar os menores, ou mais fracos, caracterizam bem o bullying. Mas devido à ênfase que ganhou o assunto nos dias atuais, muitas vezes atitudes normais terminam sendo caracterizadas da mesma forma. Para Cristine Rosado, um equívoco. "Precisa primeiro diagnosticar se é bullying mesmo, ou se é apenas uma brincadeira", alerta.

A educadora lembra que a criança tem de aprender a resolver seus conflitos e nem todas agressões devem ser motivo para uma preocupação exacerbada. "Acho que às vezes a preocupação é maior que a devida e se torna uma superproteção à criança, o que não é ideal", adverte.

No entender da vice-diretora, duas crianças da mesma sala, ou do mesmo grupo, que não possuem diferença de tamanho ou força significativas, quando brigam de forma ocasional geralmente não se trata de bullying. "Elas estão é testando seus limites, se analisando, aprendendo a conviver socialmente."

Casos mais simples são acompanhados pelos educadores, professores e coordenadores, e informados aos pais. O cuidado, porém, é evitar impor uma acusação de bullying a crianças que simplesmente agem de forma natural. "Faz parte do crescimento testar seus limites. Então, uma preocupação que temos é que nem tudo seja considerado bullying. A divulgação do termo traz às vezes uma interpretação errônea do seu significado. As agressões, as reações adversas entre jovens e colegas vão existir e sempre existiram", aponta a vice-diretora que opina com base na realidade que presencia todos os dias.

Ela lembra que uma das características para ser considerado bullying é de o assédio ocorrer repetidas vezes. "Então cabe à escola trabalhar seu alunado para que respeite a diversidade, as diferenças e para que a atitude não se repita", reforça.



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José Roberto Negreiros
SD. PM INSTRUTOR PROERD e Sociólogo
9189-2860
 

terça-feira, 19 de outubro de 2010

O Homem em pedaços


Nenhum homem é uma ilha isolada, cada homem é uma partícula do continente, uma parte da terra, se um torrão é arrastado para o mar a Europa fica diminuida como se fosse um promontório, como se fosse a casa dos teus amigos ou a tua própria, a morte de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do Gênero Humano. E por isso não me pergunte por quem os sinos dobram, eles dobram por ti. (Jonh Done)


Quem está lendo isto agora deve se perguntar por qual motivo estas palavras neste espaço de prevenção. Serei breve em dizer!


Pelo fato do homem não ser uma ilha, por viver rodeado de pessoas e situações, ele se relaciona e é levado a pensar, sentir e agir, tendo conhecimentos, habilidades e atitudes, as quais podem ser similares ou antagônicas, que se complementem e até possam discordar entre sí, possuindo pontos de vistas diferentes, uma outra visão de mundo.

Trago esta reflexão pelo fato de que o sentimento que tenho em meu coração é o de que o que ocorre com um ser humano, seja qual for, ocorre comigo, se é com uma criança, um adolescente, uma mulher, um idoso....é comigo....pois sou humano, vivo no mesmo mundo.(Cego é aquele que não quer vê)

Com isso deixo bem claro um ponto de vista interessante, cuidar de uma criança hoje é atuar no passado de nossas vidas, gerenciando o nosso presente e cuidando do futuro, compreendem onde me refiro a prevenção? Prevenir para não ocorrer amanhã o que nos preocupamos hoje.

Faça sua parte!

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

ABUSO E EXPLORAÇÃO SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES. O que estamos fazendo de fato para solucionar esse Problema?

Muitas vezes o abuso e a exploração está ocorrendo ao nosso lado. A sociedade tem de acordar para esse pesadelo e buscar mecanismos legais, políticas públicas sérias que tragam garantias fundamentais de direitos para essas vítimas.
PELO LINK QUE SEGUE LOGO ABAIXO, LEIAM ESSA MATÉRIA DA TRIBUNA DO NORTE:

www.tribunadonorte.com.br/noticia/rn-e-6o-no-ranking-da-prostituição/161847

NUNCA É TARDE PARA DENUNCIAR, POIS SAIBAMOS QUE A CADA MINUTO UMA CRIANÇA É VITIMA DE ABUSO OU EXPLORAÇÃO SEXUAL NO BRASIL.

DISQUE 100
ISSO O MÍNIMO QUE VOCÊ PODE FAZER. DURMA TRANQUILO!
Essa é uma campanha em favor da vida!
José Roberto Negreiros
SD. PM INSTRUTOR PROERD e Sociólogo
9189-2860

terça-feira, 5 de outubro de 2010

No PROERD existem vários Leões e Leoas




A presença do Leão e de muitos PROERDIANOS agitou os alunos no Evento Cívico da Esc. Municipal Mário Lira. É sempre bom ver e sentir pessoas fazendo a diferença.....ser diferente é o diferencial hoje em dia. Obrigado a todos os amigos que somam esforços para fazer prevenção!

Participação do Exército Brasileiro em evento Cívico da Esc. Muni. Mário Lira em parceria com o PROERD



Entrega de Certificado de Participação à 7ª BGD. INF. MOTORIZADA - Nobre Tenente Érisson

Energia que contagia, o PROERD é só alegria!



Evento Cívico na Esc. Mun. Prefeito Mário Lira, um show de PROERD!

Hasteamento do Pavilhão Nacional



Na Esc. Municipal Prefeito Mário Lira abrindo a Semana da Pátria com os alunos, falando da Bandeira, do Solo e do Civísmo, onde aproveitamos e pincelamos o PROERD para todos! Maravilhoso!

Momento da Prevenção



Sala Multimeios da Esc. Municipal Arnaldo Monteiro preparada para um passeio mágico no Universo PROERD, muito legal!

PROERDIANO EM AÇÃO


Na semana Cívica da Escola Municipal Professor Carlos Belo Moreno. Aproveitamos a oportunidade para falar um pouco do programa à todas as crianças presentes.

PROGRAMA EDUCACIONAL DE RESISTÊNCIA ÀS DROGAS



Prevenção é a Solução!

Prevenção pela Ação!

As ações de impacto Social fazem grande diferença no combate ao Uso de Drogas e a Violência.
Numa ação de integração unimos o PROERD, a 7ª Brigada de Infantaria Motorizada, o Comando Alpha e a CIPAM na luta em busca de cidadania e prevenção, levando a comunidade escolar da Esc. Mun. Prefeito Mário Lira a pensar essa questão.
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José Roberto Negreiros
SD. PM INSTRUTOR PROERD e Sociólogo
9189-2860

Agora é com você!

Tudo na vida exige de nós iniciativa. Na sociedade (MUNDO) em que vivemos as pessoas estão cada vez mais individualistas, e diante dos problemas sociais que pertencem a todos, preferem adotar a filosofia do "menor esforço", residindo aqui um enorme perigo, pois a Sociedade se torna refém de si mesma e cria seus fantasmas, "zumbis sociais", seres que seguem no fluxo dos acontecimentos e deles fazem pouco caso. Devemos compreender que a Sociedade se constrói e se faz do individual para o coletivo e do coletivo para o individual, para tanto exige de cada indivíduo, de cada ser social, posturas que impactem a todos, pois só assim conseguiremos alterar o "status quo" da Sociedade.
A mudança que se espera e necessita vem de cada um de nós, os problemas estão por todos os lugares, as soluções estão em nossas mãos. Que este espaço venha para contribuir no seu desenvolvimento intelectual, crítico e social. Precisamos ser enérgicos para mudarmos um pouco o rumos das questões sociais, dos problemas. É disso que estamos necessitando hoje, de iniciativa, pois assim teremos como contribuir de alguma forma para uma real mudança social.


Um abração nunca esqueça que todos nós somos responsáveis por escrever a história de nossas vidas e da sociedade em que vivemos.