Solidariedade ou algemas para os jovens infratores?
Trago uma resposta que podemos compartilhar e debater acerca de soluções para recuperação de jovens infratores.
Precisamos repensar no papel dos jovens brasileiros e no que eles representam na sociedade, pois são o nosso futuro, mesmo sendo duro acreditar, mas é preferível acreditar numa Utopia, do que no caos instalado.
Jovem infrator não é só aquele pobre, negro e favelado, mas o filho da classe média, porque este também comete muitas atrocidades!
Devemos dar a todos oportunidades de emprego ou direcioná-los de alguma forma para o bem, fazendo com que eles não tenham tempo ocioso que lhes permita criar pensamentos negativos, isso dentro das instituições. A ociosidade muitas vezes cria o bandido ou o marginal. Não basta só estudar, é preciso trabalhar. O jovem precisa de esperança e de objetivos. Precisa de força de vontade e coragem. Mas nossos jovens crescem em um clima de violência e desesperança! Isso é mentira??????
Sabe quanto custa um jovem infrator internado nas Unidades de privações de alguns estados? De R$ 4.000 a R$ 7.000 por mês, e o pior é que essa instituição quase nunca reeduca. Pelo contrário, às vezes, a situação ainda piora mais! Isso é mentira???????
Visite um shopping, uma favela ou vá a um jogo de futebol em um dia de semana e veja quantos adolescentes circulam sem ter o que fazer. Não são só carentes ou moradores da periferia...
A Unicef publicou em 2003 que dos 21 milhões de jovens brasileiros entre 12 e 17 anos de idade, 38% deles, ou seja, 8 milhões, vivem em áreas de risco (1.300.000 são analfabetos ou semi-analfabetos), sendo que mais de 4 milhões não trabalham. Não há políticas públicas para inserir o jovem na cidadania, salvo algumas exceções governamentais ou trabalhos de algumas ONG, pois a maior dificuldade é retira do papel tais ações, pelo fato de que esbarramos nas estruturas defasadas do aparelho estatal;
Incluindo um tema polêmico que é o da redução da idade penal, coloco que não creio que se o limite da imputabilidade penal para 16 anos baixasse resolveria a questão, pelo contrário, iremos transferir para um outro sistema, gerando certo inchaço e outros problemas. Uma simples canetada não resolve. O jovem não deixará de praticar "crimes", digo Atos Infracionais porque baixou o limite legal da imputabilidade.
Vamos refletir um pouco nisto!
Devemos dar a todos oportunidades de emprego ou direcioná-los de alguma forma para o bem, fazendo com que eles não tenham tempo ocioso que lhes permita criar pensamentos negativos, isso dentro das instituições. A ociosidade muitas vezes cria o bandido ou o marginal. Não basta só estudar, é preciso trabalhar. O jovem precisa de esperança e de objetivos. Precisa de força de vontade e coragem. Mas nossos jovens crescem em um clima de violência e desesperança! Isso é mentira??????
Sabe quanto custa um jovem infrator internado nas Unidades de privações de alguns estados? De R$ 4.000 a R$ 7.000 por mês, e o pior é que essa instituição quase nunca reeduca. Pelo contrário, às vezes, a situação ainda piora mais! Isso é mentira???????
Visite um shopping, uma favela ou vá a um jogo de futebol em um dia de semana e veja quantos adolescentes circulam sem ter o que fazer. Não são só carentes ou moradores da periferia...
A Unicef publicou em 2003 que dos 21 milhões de jovens brasileiros entre 12 e 17 anos de idade, 38% deles, ou seja, 8 milhões, vivem em áreas de risco (1.300.000 são analfabetos ou semi-analfabetos), sendo que mais de 4 milhões não trabalham. Não há políticas públicas para inserir o jovem na cidadania, salvo algumas exceções governamentais ou trabalhos de algumas ONG, pois a maior dificuldade é retira do papel tais ações, pelo fato de que esbarramos nas estruturas defasadas do aparelho estatal;
Incluindo um tema polêmico que é o da redução da idade penal, coloco que não creio que se o limite da imputabilidade penal para 16 anos baixasse resolveria a questão, pelo contrário, iremos transferir para um outro sistema, gerando certo inchaço e outros problemas. Uma simples canetada não resolve. O jovem não deixará de praticar "crimes", digo Atos Infracionais porque baixou o limite legal da imputabilidade.
Vamos refletir um pouco nisto!
José Roberto Negreiros
91892860


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A bravura provém do sangue, a coragem provém do pensamento" (Desconhecido)